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01/10/2016 / Paulo Wainberg

Se é assim…

O que um escritor pensa é irrelevante, pensou o Escritor tentando escrever algo que prestasse.

Nada lhe ocorria a não ser pensamentos desconexos, frases sem efeito, nada esquisitas e reflexões sem nexo.

O que um escritor sente é irrelevante, pensou o Escritor tentando sentir alguma emoção mais intensa.

Nada sentia que não fosse banal, difuso, irreal, falso e inconsistente.

Quando não dá, não dá, pensou o Escritor desistindo de escrever e indo fazer as palavras cruzadas do jornal.

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