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13/02/2016 / Paulo Wainberg

As ondas

A verdade corresponde aos fatos. A mentira distorce, omite ou nega os fatos. Simples, escorreito e direto. Mas… o que são fatos? Defina um fato! Ele fez um gol é um fato? Não, parece mas não é. É um ato. O fato está e o ato carece de ação e isto nos leva a considerações mais profundas e complicadas, por esta razão iremos falar de coisas mais simples e de fácil compreensão.

Ondas gravitacionais, por exemplo. Nada mais simples de compreender. Encha uma bacia com água. Não até a borda para não derramar no tapete. Quando a água estiver imóvel, coloque delicadamente seu dedinho nela e verá que imediatamente se formarão ondas concêntricas para todos os lados. Estas são aos ondas gravitacionais.

Amplie um pouco sua visão e pense no universo como uma grande bacia com água. Cada corpo que nele se move altera sua própria massa e, por força da gravidade, essa massa assim alterada produz ondas, as ondas gravitacionais.

É tão simples que chega a doer. E muito me irrita o alarde da mídia internacional quando cientistas descobrem a existência de coisas que já existiam. Einstein já havia dito que as ondas gravitacionais são um fato do universo, para que  tanto berreiro?

Quero ver é descobrirem coisas que ainda não existem como por exemplo ondas sinodiais, palavra que inventei há décadas para explicar um movimento qualquer que, agora, a memória me sonega. O que e para que servem as ondas sinodiais, não faço a menor ideia.

É nesta investigação que deveriam estar os rumos da ciência e seus pesquisadores, porque as ondas gravitacionais todos sabem para que servem.

Se você ainda não entendeu, vou explicar melhor. Ao produzir as ondas gravitacionais o universo age como se fosse tomado por marolas. Caso você caia numa dessas marolas, se estiver a favor da onda, será lançado imediatamente ao futuro, caso cair no repuxo, voltará imediatamente ao passado.

Viagem no tempo, entende?

Esta coluna, sempre tão cuidadosa com a pesquisa e o avanço da ciência, desta vez não se conforma com os rumos tomados, os anos consumidos e os bilhões de dólares gastos numa pesquisa cuja única conclusão, inútil para todos os fins, é que Einstein tinha razão.

Bastava ter acreditado no homem desde o início e muito a humanidade teria poupado.

Já as ondas sinodiais sim, constituem um desafio supremo. O que são, para o que são, para onde vão, de onde elas vem?

E, o mais importante de tudo, a pergunta cuja resposta dará, efetivamente uma nova visão do universo, uma nova forma de compreendê-lo e de como utilizar, na prática o que aprendemos na ciência: As ondas sinodiais são um fato ou um ato?

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