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21/01/2015 / Paulo Wainberg

Medo, liberdade e sexo

Medo

Medo da vida é o mais relevante, porque nada é mais perigoso do que viver. Os humanos não temem a morte, temem a vida que é repleta de perigos, do início ao fim. Por medo da vida, fazemos a guerra, matamos, dirigimos em alta velocidade, escalamos montanhas, ingerimos álcool, drogas e tranquilizantes. A vida é uma sequencia de dores e nós, humanos, temos muito medo da dor, assim como temos medo do outro, medo do desastre, medo da tragédia, medo de viver. A morte é, afinal, a grande calma, a derradeira paz de espírito.

 

Liberdade

A liberdade é uma ilusão que não pode ser confundida com as escolhas do dia a dia. Nascemos programados pelo código genético, somos educados à imagem e semelhança de nossos pais, códigos são implantados em nossas áreas de condicionamento, desde a mais primitiva infância. A vida é, assim, uma eterna consequência, sem nenhuma causa. Só poderíamos ser realmente livres se conseguíssemos atingir o estágio da irresponsabilidade absoluta e, neste caso, a vida perderia qualquer sentido.

 

Sexo

Sexo é o prazer sublime do ser humano. Quando dois corpos se encontram, um novo universo nasce, para toda a eternidade. Toda forma de sexo é normal, quando dá prazer e, se existe um Deus, o sexo é sua dádiva máxima. Sexo sem prazer é brutalidade, invasão e indecência e a abstinência consiste numa grave ofensa à Natureza. Desfrutá-lo é nossa obrigação, sem censura, sem culpa e sem limites, porque o limite do sexo é o prazer que ele proporciona.

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