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19/01/2015 / Paulo Wainberg

Gigantes da alma

O amor é como a cera do assoalho. Tem que acariciar, espanar, aflanelar, limpar, nunca pisotear e, de vez em quando, renovar.

A paixão é como a fogueira, se um dos amantes esquecer da lenha, apaga.

O medo é como a comida, indispensável à vida.

Ciumes e vermes se alimentam do podre.

O ódio é como o abismo: fundo, úmido, frio e mortal.

A culpa é como a inteligência, como a capacidade de raciocinar, como a capacidade de lembrar.

A fé é como a ilusão, diante da realidade fenece e some.

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