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07/03/2014 / Paulo Wainberg

Nervos de aço

Subi as escadas até o terraço. Ele estava tão repleto de espaço que eu, que nunca faço e quando faço, desfaço, caí de cansaço, não dei mais um passo.

Com meus nervos de aço, ignorei o bagaço, desamarrei o cadarço do meu sapato esquerdo, deixando o direito para depois.

Até que abriu uma vaga no espaço do terraço, me apressei, foi um abraço.

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