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26/10/2013 / Paulo Wainberg

Nova pequena carta literária (8)

O aspecto formal e estético do romance não interessa ao escritor. Sua obra será catalogada pelos estudiosos, acadêmicos e, principalmente críticos da Literatura.

Porque ao escrever o romance, o escritor conta uma ou duas, ou três histórias da vida, repetidas, repetidas e mais do que repetidas ao longo da existência humana.

O escritor quer, ao escrever o seu romance, contar suas histórias do seu modo, com seu modo de ver, de sentir, de expressar.

O estético, no romance, será o produto da estética do escritor, sem a qual não há romance que valha.

Enquanto escreve, não está preocupado em saber se seu romance é de formação, é histórico, é leal, verossímel, inteligível e de agrado.

O máximo que, ao escritor, é permitido, é escolher o gênero da história que vai contar e, então, sabe-se que o romance será policial, drama, comédia, porque é o máximo que ele se atreve a contar, caso alguém pergunte sobre o que está escrevendo.

O escritor nada mais é do que o produto da sua imaginação e escravo de seus personagens.

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