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17/06/2013 / Paulo Wainberg

Ainda a paixão

Permita, senhora, que abrace suas pernas, minhas mãos são ternas e meu peito é forte, meu desejo não tem hora, é toda hora, sim, espero que você goste.

Calma, madame, não me apresse, contenha seus reclames e não desmonte, sobrarão beijos em seus seios, lindos e tão cheios, apontam para o horizonte.

Por favor, linda mulher, eu sei o que você quer porque aprendi com os sábios e depositarei, com ardor sem trégua e para acalmar sua mágoa, mil beijos nos seus lábios.

Não pense, garota, que eu sou a última gota, porque sou a primeira gota da sua cânfora sem fim. Não recue, não se amue, serei sempre sua âncora e você será inteira e toda, só para mim.

Não apresse, amada minha, o gozo da eternidade, o seu regaço, carícias e delícias. Entrarei no teu contexto, como a letra entra no texto e me receberás nas tuas manhas como frutas que apanhas cedo ou tarde, nos meus abraços, sem medo, a felicidade.

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