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06/03/2013 / Paulo Wainberg

Em prosa…e verso

Rimas fáceis são perfeitas e mais expressivas. Se a poesia é para embalar e comover, para que complicar? Construções excessivas que só fazem pensar, abortam a fantasia, constrangem o cantar. Poesia é quase música, a sensível arte que arrepia, parte lúdica que a imaginação cria. A pieguice é bonita, quando bem dita, mas a frase de efeito, com todo o respeito, escrita assim para impressionar, esta é vazia quando bem lida, efeito vazio que no vazio se esvai, cai e ai, se vai.

Gosto de rimas simples e sonoras que não mancham as emoções e, palavra de honra, deflagram nos corações a beleza da tristeza, o inferno das paixões,  a alegria está nas canções que falam de amor, com ou sem dor, lágrimas vertidas, histórias divertidas, aves canoras, flores coloridas, vidas.

Rimas cotidianas rolando nas camas, amantes que se amam desarrumando camas e eu, com exemplar modéstia, me incluo nelas, abro as janelas, respiro ar puro, me sinto seguro e sem moléstia.

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