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25/11/2012 / Paulo Wainberg

Tristeza e seus caminhos

Ninguém morre triste. Tristeza é um atributo da vida. O suicida é um amante de viver e quando percebe que seu amor não é correspondido, morre.

As pessoas são tristes, os mortos inexistem.

Muitas vezes a tristeza é fundamental para um bom poema, mas quase sempre dá ao triste a sensação de ser especial.

Só é triste quem já foi alegre. Não, a tristeza não é uma escolha, é uma contingência.

Quem está sempre alegre nada sabe da vida. Quem está sempre triste, não vive.

A neurose da tristeza consiste em jamais aproveitar o que tem.

Ninguém é mais invejoso do que um triste.

Morrer não é triste, triste é não viver.

Desilusão no amor não é tristeza, é desilusão. Sofrimento não é tristeza, tristeza é não sofrer.

Depressão não é tristeza, é doença.

Pode haver tanta beleza na tristeza que um triste acaba esquecendo a feiura.

Quantas vezes a beleza dos olhos é a tristeza da alma.

Tristeza e alegria são sinônimos, ambas dependem do ponto de vista.

Uma triste beleza muitas vezes é mais bela do que uma alegre feiura.

Ser alegre é melhor do que ser triste (Vinícius), menos para os tristes.

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