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27/03/2012 / Paulo Wainberg

Convicção, teimosia e fanatismo

O Homem convicto elabora sua idéia e a defende com intransigência.
Quando, finalmente, se convence de que sua idéia está errada, admite e passa a defender a nova idéia com idêntica convicção. O convicto dialoga, debate e ouve a opinião do outro, porque a convicção é a honra suprema do raciocínio.

A teimosia é a convicção neurótica, sutilmente deformada. O teimoso não abre mão, mesmo quando sabe que está errado. A teimosia utiliza-se de dois acessórios que lhe são essenciais: Arrogância e prepotência.

O fanático não pensa, não dialoga, não ouve. O fanatismo é a teimosia esquizofrênica e um dos principais desastres da Humanidade.

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