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19/11/2011 / Paulo Wainberg

PERGUNTAS

São tão pequenas as grandes coisas desta vida, que as grandes

coisas desta vida ficam pequenas e, assim, numa espiral sem virtude,

tudo volta ao começo e nada faz sentido.

As perguntas que não cesso de fazer sãp: O que significa ‘fazer sentido’?

Como entender a eternidade se mal concebemos o infinito?

A distância entre o nascimento e a morte é ínfima, mal ocorre o primeiro e a segunda está bem ali, batendo na porta de entrada,

a mesma porta por onde se sai.

Que mal há em amar, que tanta falta nos faz quando não temos, que

tanta tristeza nos causa quando perdemos? E tão pouco dura?

Em momentos distintos escrevi duas coisas contraditórias: Solidão, solidão, olho ao meu redor, a multidão.

E:

Tantas vidas tenho dentro de mim, que jamais serei um solitário.

Esta última foi um equívoco, nada é mais solitário do que conviver

apenas com as vidas internas.

É assim que estou, olhando, ao meu redor, a multidão.

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