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30/05/2011 / Paulo Wainberg

certos dias

Certos dias, como hoje, minha alma se confunde toda. Ou será meu pensamento? Ainda não distingui uma do outro. Se minha alma me fornece as emoções, meu pensamento é quem me informa delas. De que adiantaria sentir emoções sem um pensamento a anunciá-las.

Não sei, não sei, acho que alma e pensamento andam juntas e, quando um não quer saber do outro, aí é que as coisas se confundem.

Dias como hoje, não consigo pensar, não consigo trabalhar, apenas me contemplo e… gosto pouco do que vejo.

Seria bem melhor parar com isto e olhar para fora, romper este ciclo em que me torno viciado em mim, o que significa viciado em desalento, desalegria, tristeza e desamor.

Há um dia tão lindo lá fora! O céu e o sol brilham, a água dança, as folhas flutuam e eu aqui, olhando para tanta feiura, como se minhas pupilas estivessem viradas ao contrário.

O que me daria força para reagir? Quem?

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