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20/04/2017 / Paulo Wainberg

Amor?

Amor, essa coisa tola que se transforma em horror e nos esfola.

20/04/2017 / Paulo Wainberg

Para uma nova Democracia

Esta educativa coluna jamais deixa de investigar profundamente as grandes questões da Humanidade. Nosso esforço é contínuo, não tergiversamos nem transigimos com a verdade.

Sendo assim fomos pesquisar, nos alvores da Democracia praticada no Ágora da antiga Grécia no intuito de descobrir o que, afinal, deu errado nessa forma de governo tida, pela Civilização culta, como a menos pior dentre todas as outras possíveis.

E, finalmente, descobrimos a resposta, localizamos a verdade e temos as condições necessárias para oferecer a solução definitiva para todos os problemas da Democracia.

Como se sabe, o princípio democrático cultivado e sempre adotado é o de que a maioria vence, quando se trata das decisões essenciais, seja nos âmbitos governamentais, seja nos âmbitos privados da sociedade civil.

E nisto reside o erro pois houve quem disse, e disse muito bem, que toda unanimidade é burra e (acrescento eu) toda a maioria é inconsequente.

Ipso facto, solucionamos o dilema oferecendo a alternativa jamais antes cogitada, neste país ou em qualquer outro. Estabelecemos que a forma democrática perfeita para as decisões consiste na vitória das minorias.

As maiorias serão derrotadas e as minorias serão vitoriosas.

Para que a solução não fique no plano apenas das ideias, oferecemos um exemplo prático do funcionamento do novo sistema democrático.

Imaginemos o congresso brasileiro, formado pelos (argh) senadores e pelos (eca) deputados federais.

A proposta em discussão é a anistia geral e irrestrita, a criminalização da Lava Jato e o voto em lista puro e simples.

A grande maioria é a favor e a minoria é contra.

No novo modelo, a minoria vencerá e nenhuma dessas propostas será aprovado.

O que fazem então nossos (putz) congressistas?

Simples, mudam de lado, aderem a minoria em quantidade suficiente para que a antes maioria torne-se, subitamente minoria.

Posta a proposta em votação, quem antes era minoria e agora é maioria, vota contra.

A maioria, que agora é minoria, vota a favor.

E assim, dentro da legalidade, com respeito às Instituições, à Ordem Jurídica e ao Estado de Direito, as propostas são aprovadas pelo minoria, transformam-se em lei de efeito imediato e, graças a Deus, cumpriu-se a Lei.

Nessa Democracia ideal, sempre que quisermos algo, devemos apoiar inicialmente a maioria que, rapidamente se transforma em minoria e votará a nossa favor.

E os ideais de nossos (que asco) políticos, sempre voltados para o bem estar da Nação e suas corporações, será plenamente atingido eis que estão eles, integrantes do corrupto congresso nacional, vocacionados para obter as próprias vantagens que, endemicamente as Grandes Instituições Nacionais, O Poder Executivo, O Poder Legislativo e o Poder Judiciário generosamente oferecem, a começar pelo direito a passagens aéreas de graça, moradia de graça, auxílios, carros, presentes e, por que não dizer, dinheiro para a alimentação e a terminar numa grande festa palaciana repleta de tudo do bom e do melhor e que, democraticamente, o povo brasileiro paga com desvelo e prazer.

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18/03/2017 / Paulo Wainberg

Perigos

Não há, na Natureza, nada mais terrível e perigoso do que a mente humana.

15/03/2017 / Paulo Wainberg

Perdão

PERDÃO, coisa que só existe para quem acredita em religião.

14/03/2017 / Paulo Wainberg

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JUSTIÇA, quem busca, quem quer e quem puder, paga o preço e é mencionado na missa.

08/03/2017 / Paulo Wainberg

Polêmicas

Desde o impeachment, abandonei as polêmicas, porque polemizar é dizer o que se pensa e não concordar com o pensamento do outro.

27/02/2017 / Paulo Wainberg

Virtude

Diz-se que, graças a VIRTUDE, lamenta-se na velhice o que não se fez na juventude.

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